quarta-feira, agosto 23, 2006

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GIRL ANACHRONISM
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terça-feira, agosto 22, 2006

Caros, caras, incompreendidos e sem classe.Para honrar ainda mais as três belas palavras que encabeçam esta maldita mídia, abro uma espécie de canal\especial não canal\especial, que terá continuidade, ou não, mas que valhe.Tudo claro, em busca de compartilhar informações realmente úteis e porque não, necessarias.Um verdadeiro guia da rede de satâ, com links para os mais diversos tipos de site.Videos, fotos, poesia, gore, instinto e fatos.


M o d e r a t e R o c k

Por um dia melhor e um Q.i maior 1,
clique aqui.

Classico, cult, arte no seu mais puro estado, em homenagem aqueles que menstruam palavras.Enquanto muitas reclamam deste fardo, ela cria um dominio ponto com...

Por um dia melhor e um Q.i maior
2,
clique aqui.

Especial para empreendedoras que desejam o exterior, mas ainda não sabem como se manterão por lá.Aqui lhes dou uma bela alternativa, basta apenas bom senso em relação ao seu estado físico...

Por um dia melhor e um Q.i maior 3,
clique aqui.

Nesse a máxima, " Gosto é quem nem ânus, cada um tem o seu ", pode facilmente ser aplicada...

Por um dia melhor e um Q.i maior 4,
clique aqui.

Algo meigo e fofo, mas ainda assim triste como os própios Losermanos...



(!)

domingo, agosto 20, 2006


E então, nesta noite ele não queria dormir sozinho. Queria deitar numa cama, com alguém já ali, esperando. Queria chegar devagar, tirar os chinelos, apagar a luz, olhar para o rosto que dorme no escuro, passar para debaixo da coberta. Queria encostar as costas nuas no peito vestido. Queria sentir uma mão passando em volta de seu corpo e procurando sua mão. Ele facilitaria a busca, entrelaçariam os dedos, ele procuraria dormir. O cheiro do outro aguçaria seu olfato. Ele iria sorrir e virar-se. Ficaria olhando aquele rosto que dorme tranqüilo. Queria procurar embaixo da camiseta o peito quente. Queria se aconchegar, se enroscar como um gato. E aí sim dormir. Queria estar com alguém. Queria estar com ele. Mas o outro está longe, e ele dorme sozinho.

sábado, agosto 19, 2006


E tudo, tudo o que fizerem, voltará três vezes
Por três vezes amaldiçoados
Sozinhos, vocês cairão

Vocês, que se alimentam da desgraça, não servirão nem de alimento
Seu desespero será fétido
Um misto de lama e merda
Na dor, vocês rastejarão
E ninguém irá ajudá-los
Eu não estarei por perto quando vocês caírem
Ou, se estiver, não verei

Suas queixas não me interessarão
Suas vidas são suas, não minhas
Suas desgraças são podres

Por três vidas vocês chorarão
Malditos três vezes
As três que sempre voltam
Não se preocupem, as pragas não são minhas, são suas
Por suas próprias mãos vocês se perderam

Que sofram
Que um dia aprendam
Que não seja tarde demais

sexta-feira, agosto 18, 2006

Traficante é preso ao se apresentar a polícia.Motivo?Ele havia passado em um concurso público para se tornar policial, tinha até passado nas provas seguintes ao concurso, como entrevistas e testes.
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Pcc ataca novamente membros da mídia.Agora não apenas reporteres como alvo, dessa vez a escolha foi um gerente de produção.Pânico geral na emissora, afinal, ao que tudo indicava, isso seria um sinal de que qualquer um poderia ser o próximo.Polícia avisada e em alerta, preparando se para a ação e possíveis retaliações, isso claro nem foi preciso.O tal gerente de produção chegou em casa pouco depois, meio alegre, tinha ido ao um bar depois do trabalho sem avisar ninguém.Como a emissora e a polícia ficaram sabendo do sequestro\mais nova ação terrorista do Pcc?A " patroa " do ser tentou ligar para o celular dele, caiu na caixa postal, o resto pode ser chamado de cultura do medo.

Plantão Dislexia Olfativa
Há coisas que exemplificam bem a máxima de que tudo é relativo, uma delas é causar sono.Boa grande parte dos seres ( pra não dizer toda ) pode não gostar de tal característica\ adjetivo\ afirmação atribuido a sua personalidade, e é ai que entra o relativo.Dependendo da pessoa que lhe disser isso, ela pode simplesmente deixar seu dia ainda melhor.

quarta-feira, agosto 16, 2006

The fountain
Novo filme do Aronofsky, pra quem não liga nome a filmografia, ele nada mais fez do que Pi e Requiem para um sonho, pra este ser que aqui escreve, somente o nome de Darren já é mais do que suficiente, mas o roteiro (mesmo que pouco divulgado) promete.Havia outros projetos, mas todos foram engavetados, inclusive a adaptação de Lobo Solitario e Batman ano 1, Warner meu caro.

The Science of Sleep
Proximo longa do S.r Gondry, mesmo diretor de " Brilho eterno de uma mente sem lembrança ", que ganhou maior notoriedade pelo roteiro do S.r Kaufman, e a atuação não cômica de Jim Carrey, filme que encabeça a lista de favoritos de muitos seres, ainda assim, prefiro os clips.No elenco de The Science haverá Gael Garcia Bernal, Charlotte Gainsbourg e Alain Chabat.Sono, pra que (mais)?

Coisas que só esperando...

terça-feira, agosto 15, 2006

...E traga a máquina que faz " P i i i n g "!

sexta-feira, agosto 11, 2006

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Missed me?
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quarta-feira, agosto 09, 2006

Dias atrás tive um sonho (dormindo), e nele Jeff Buckley interpretava Pennyroyal Tea.Agora fico pensando (acordado) como seria uma situação inversa, digo, como o compositor de Pennyroyal Tea interpretaria alguma das canções de Buckley, qual, e como seria.Se pensar (um pouco) direito, verá que ambos tinham o dom para realizar ótimas versões, fossem elas de grandes nomes ou não.Pensando ainda mais, sendo extremadamente masoquista, imagino(e) uma parceria\dueto, de uma única musica, Ep ou até mesmo, e porque não, em um disco inteiro.Isso tudo claro sem mencionar que a muito mais tempo, sonho (acordado) em uma parceria\dueto do ser que compôs Pennyroyal Tea com o S.r Staley,Layne Staley, mas isso é uma outra história.

sexta-feira, agosto 04, 2006

Every night with my star friends
We eat caviar and drink champagne
Snifing in the V.I.P. area
We talk about Frank Sinatra
Do you know the Frank Sinatra?
He's dead, he's dead
hahahahahaha
>Miss Kittin & The Hacker -Frank Sinatra


Culto
(e não mais a vaca morta),
interesses pessoais,
aproximações rasteiras
e palavras puras...
P u r a s.

sábado, julho 29, 2006

A imagem da minha vida:
Sentada numa calçada da Paulista,
comendo yakissoba nojento,
sozinha e decepcionada.

quinta-feira, julho 27, 2006

Se necessitar de um elefante branco com patas vermelhas,
lhe consigo de antemão.
(Entre a raiva,negociações e a falta absoluta)

terça-feira, julho 25, 2006


Estava revirando umas caixas guardadas. Encontrei tantas lembranças, tantas. Várias cartas de amigos, amigas, antigas pessoas que fizeram ou que fazem, parte da minha vida.
Estranho isso, ver coisas que um dia foram importantes. Pegar um papel e vir à tona frases, olhares, toques, cheiros, tudo de volta. Eu gosto e não gosto disso. É bom lembrar, é ruim a sensação de perda, de fracasso.
Estava relendo algumas coisas. Coisas boas e ruins. Minhas e de outros. De outra fase minha e dos outros. Cartas loucas e sem nexo. Ou contando notícias e fazendo promessas de um breve reencontro nunca realizado.
As palavras antigas foram o que mais me surpreenderam. Belos poemas de morte e depressão. De perda e dor. De sofrimento, loucura, insensatez.
Cheguei, definitivamente, à conclusão que não sou tão profunda assim. Eles não me comovem. Não os poemas românticos no sentido literário da palavra. Ou, quem sabe, eu seja realista demais. Eles não me atingem. Não vou negar que goste de poetas trágicos e românticos. Eu adoro. José de Alencar, Álvares de Azevedo, Gonçalves Dias. São ótimos.
Mas de resto, pessoas comuns, maníacos-depressivos, eles me cansam. São temas batidos, não existe mais coisas novas a se falar. Os temas são sempre os mesmos: dor, sangue, noites frias, gatos, lua, brancura, suicídio, loucura, morte, ódio, solidão, inferno, alma, Deus e o Diabo, vinho, cemitério, facas, cortes, amores impossíveis. Não tem mais o que explorar. Eu sei que tudo o que dizemos, um dia, já foi dito, mas devemos ao menos tentar falar de modo diferente, porém nesses poemas não,o formato é sempre o mesmo. Sempre começa com a dor e sempre acaba com a desilusão, a morte, o desamparo.
Já escrevi coisas do tipo, mas parei logo, percebi que o que eu falava já haviam falado antes e para alguém que escreve, mesmo que por diversão, que graça há em repetir algo? E, nesse estilo, escolhi escrever principalmente textos sensuais, contos,inspirados descaradamente em coisas como "Solfiere".
Quem sabe eu não consiga sentir as coisas com tanta intensidade, talvez eu seja apenas alguém que deixa tudo passar, que só observa os sentimentos e não tenta se lamentar do que se foi nem espera o que virá, que se senta na beira do riacho da vida e vê o rio passar lentamente e que, às vezes, joga uma pedra bem no meio e fique olhando a água se agitar e depois se acalmar sem tomar partido.

Queria saber se isso é bom ou ruim...

segunda-feira, julho 24, 2006

Conservados no gelo
Como se fossem brinquedos do demônio
Minhas mãos estão cansadas
E meus dedos estão gastos
De tanto esperar
Essas horas que estão queimando os meus olhos
Os meus lindos olhos
Eu tenho ódio de cada coisa que eu vejo
Eu não posso sair do mesmo lugar
E todos eles estão indo para aquele buraco escuro
Eu odeio não falar tudo claramente
E me sentir tão doente com cada palavra azeda
Engolida a seco
Isso tudo me faz querer morrer
Ou pelo menos eu me sinto um tanto incompreendida
E vejo todos eles
Eu gostaria que entendessem
Queria pelo menos
Conseguir
Tudo esta tão difícil
E fazendo minhas costas doerem cada vez mais
Enquanto eu olho pelas janelas as estrelas caindo e queimando
Queimando todos eles com muito amor
Com todo amor que eu tenho pela
Morte
E a minha raiva momentânea


Por Liat

domingo, julho 23, 2006

Quando os ratos saem,
os gatos fazem a festa.

Quando os gatos saem,
os ratos fazem a festa.

quinta-feira, julho 20, 2006

"Sonhei que o fogo gelou
Sonhei que a neve fervia
E por sonhar o impossível
Sonhei que tu me querias"
Só porque eu o adoro.
Só porque eu cantava Roda Viva aos 3 anos de idade.
Só porque ele tem a "voz ensinada" mais bem ensinada que existe.
Só porque ele seria a minha única atração turística no Rio de Janeiro (velho preconceito sim).
Só porque essa música acima "Outros Sonhos" é um belo piropo e,só porque piropo é uma palavra engraçada.
Só porque ele tem olhinhos azuis ou verdes ou cinza.
Só porque eu já sonhei que ele cantava baixinho no meu ouvido "Morena dos olhos d'água,tira os seus olhos do mar.Vem ver que a vida ainda vale o sorriso que eu tenho pra lhe dar." E olha que nem sou tão morena.
Só porque poderei vê-lo, finalmente.
E só porque eu,provavelmente,serei uma fã besta,que fica olhando e dando risada que nem uma idiota enquanto ele canta.
Sanctuary - Miles Davis,poderia facilmente ser minha última canção.

terça-feira, julho 18, 2006


Eu já amarrei o bicho-papão num poste. Procurei um chifre para o Vingador. Papai Noel ficou amigo do Jack por minha causa. Peguei colorite. Fui morta pela inquisição. Brinquei de ciranda com as palavras. Cortei abóboras para o Dia das Bruxas. Inventei pessoas que inventaram poemas. Li poemas do avesso. Fingi que era a princesa no castelo e a puta na esquina. Fui o palhaço de cara branca e o namorado que não goza. Fui o homem misterioso e a mulher enredada em sua teia. E também a louca e a santa. Já mandei cartas ao acaso e outras importantes. Subi na torre do relógio e senti as pernas tremerem por mais de meia hora. Já fui o menino crescido que brincava de carrinho. O graveto que corria do dragão. O observador crítico, o vagabundo, o poeta. Segundo dizem as más línguas, sou criadora de um ser mais velho que eu. Teria criado-o em uma vida passada e não me permiti encontrá-lo. Nessa vida, por ironia do destino, da maneira mais improvável, o conheci. E criei seu mais novo caso.
Porém, ainda não fui o vilão impiedoso. A criança balbuciante. O louco que chuta postes. O amante traído. A dona de casa amável. Não amei todos da quadrilha. Nunca tive um final muito trágico, muito menos o tão adorável final feliz. Ainda não fui o bêbado entendedor de Fernando Pessoa.
Nesse lugar-comum do ser ou não ser, fui e não fui o tudo e o nada. Antes, bem antes, eu fui você, que roubou o seu "eu" de outros. No vai e vêm de pessoas não fui, não sou e nunca serei.