Assim que essa etapa (do pensar) se esgotar, escrevo.
Prometo.

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Antes um palco, câmeras, uma apresentadora, e dinheiro no bolso, do que ser macaco de auditório. Além claro dos peitos, sim, os peitos. Nunca um par de peitos me deixou tão feliz, mas posso dizer que depois de quinze minutos é a coisa mais comum do mundo, sei que podem duvidar, então, que duvidem.
Na fila de um hipermercado qualquer, noite, sexta-feira. Algo bem simples, nada incomum, mas minha cabeça voa, penso nas possibilidades, na diversão colorida e repentina da surpresa alheia em carne pelo chão. A fila não anda. Fauna característica, e a demência ainda mais alta. Caixa Rápido é a senhora sua mãe em praticas sexuais nada usuais. Seria um espetáculo rico em detalhes, dezenas de partes em um único plano. Diversão colorida e repentina da surpresa alheia em carne pelo chão.
Os seres (humanos) sempre discutem e/ou pensam em como gostariam de reencarnar. As possibilidades vão de animais lindos e/ou fofos que transmitem a sensação de liberdade (!), até mesmo uma mera pedra. Porém nunca desejam não voltar, de maneira ou forma alguma. A razão eu desconheço, mas seria a minha opção caso real. Deixar de estar.