domingo, dezembro 31, 2006



Time takes its crazy toll
And how does your mirror grow

You better watch yourself when you jump into it

Cuz the mirror's gonna steal your soul


sexta-feira, dezembro 29, 2006

A MORTE DOS POBRES

Vivemos pela morte e só ela é que afaga;
É a única esperança, e o mais alto prazer,
Que como um elixir nos transporta e embriaga,
E nos faz caminhar até o anoitecer.

E através da tormenta, e da neve e da vaga,
É o vibrante clarão de nosso obscuro ser,
Albergue inscrito em Livro e que nunca se apaga,
Feito para jantar e para adormecer.
É um anjo que segura em seus dedos magnéticos
O sono e mais o dom dos êxtases mais poéticos,
Que sempre o leito arruma aos pobres, como aos rotos;

Ela é a glória de Deus e a bolsa do mendigo,
É o místico celeiro e mais o lar antigo,
Pórtico que se abriu para os céus mais ignotos.

Baudelaire


quarta-feira, dezembro 27, 2006


Depois durmo, ou ao menos tento.

sábado, dezembro 23, 2006

Natal meus caros !
E vc, comemora ?

Paladar de lado, empaturre-se, fique momentaneamente solidário, seja amigo, sorria meu querido.

Claro que você como um bom ser cristão sabe que nesta data tão festiva e pouco comercial comemora-se o nascimento de Jesus, o Cristo, sim.

Homem Bondoso
Ser admiravel
P o p s t a r


Um crucifixo de merda no peito e a salvação garantida. Simbolo estranho, objeto que era destinado a corja, e vc ai, usando o boa praça, camarada Jesus entalhado em um. Pobre menino, na flor da idade.

Jesus pobre bom moço veio de baixo, porém teve origem superior, filho do Homem, o todo-poderoso, o Foda (assim por diante..), fruto do maior crime de todos (excluindo claro a criação da raça humana), de um estupro, um estupro divino, sim, ou vc acha que deus, oh deus, chegou na ingenua maria e lhe perguntou:
- Maria, posso lhe fecundar ?

Pobre do Seu José, parceiro, amigado de Maria, o corno mais famoso de todos os tempos...

Sente-se bem ?, já fez seu ato de solidariedade anual pra desencargo de (pura falta de) consciência ? Ligou o Pisca-Pisca ? Visitou teus vozinhos ? Deu caixinha pro lixeiro ?

Então, pra Virada, já escolheu o modelito ?


Boas Festas!!!


quarta-feira, dezembro 20, 2006

Sinceramente queria saber até que ponto sou eu, até que ponto a influência externa pensa ou possa ser a interna, como faço para distinguir ambas, se vale a pena pensar poder, poder pensar vale ? Pensar menos em não transcender, fazer por crer, sem esperar, não aguardar, despretensiosamente talvez. De fato quero, eu.

segunda-feira, dezembro 18, 2006

A Lucidez Perigosa

Estou sentindo uma clareza tão grande
que me anula como pessoa atual e comum:
é uma lucidez vazia, como explicar?
assim como um cálculo matemático perfeito
do qual, no entanto, não se precise.


Estou por assim dizer
vendo claramente o vazio.

E nem entendo aquilo que entendo:

pois estou infinitamente maior que eu mesma,

e não me alcanço.

Além do que:

que faço dessa lucidez?

Sei também que esta minha lucidez

pode-se tornar o inferno humano

- já me aconteceu antes.


Pois sei que
- em termos de nossa diária

e permanente acomodação

resignada à irrealidade

- essa clareza de realidade

é um risco.


Apagai, pois, minha flama, Deus,
porque ela não me serve

para viver os dias.

Ajudai-me a de novo consistir

dos modos possíveis.

Eu consisto,

eu consisto,

amém.

Clarice Lispector


domingo, dezembro 17, 2006

Merda, perdi o especial do Robertão
Pra não passar em branco deixo aqui a minha singela homenagem a um dos mais celebres mortos vivos desse nosso pequeno mundo. Ainda aproveitando o momento homenagem, incluo também no pacote o grande amigo dos mortos vivos (ou vivos mortos), Chico Xavier.
Claro que para isso preciso utilizar a obra de um grande mestre, um dos maiores poetas que existe e sempre existirá na mente, e coração de todos nós (!).
Com a devida licença, respeito e admiração...


Chico Xavier e Roberto Carlos

Chico Xavier é viado, Roberto Carlos tem perna-de-pau.
Chico Xavier é viado, Roberto Carlos tem perna-de-pau.
E apesar de tudo é tão comovente,
A verdade explode na cara da gente,
A verdade é crua, a verdade é nua,
A verdade torce e a verdade estupra.
A verdade é puta, a verdade é puta,
A verdade trai e nem se incomoda.
A verdade grita em poucas palavras,
A verdade arde, a verdade arde:

Chico Xavier é viado, Roberto Carlos tem perna-de-pau.
Chico Xavier é viado, Roberto Carlos tem perna-de-pau.

Então era isso o surpreendente,
Era tão óbvio, tão evidente.
Tava na cara, tava nos modos,
Tava na forma e era o bom senso.
Então era isso, eu ia pensando,
A mídia gritava: mentira, mentira.
Mas eu não ligava e prosseguia
Tranqüilo e fodido
Eu ia dizendo:

Chico Xavier é viado, Roberto Carlos tem perna-de-pau.
Chico Xavier é viado, Roberto Carlos tem perna-de-pau.

Decifra o enigma que eu te proponho,
O x do problema, a minha equação.
A linha de fuga, a minha miragem,
O meu oriente e o grandes sertões.
Decifre o enigma, ando sozinho,
Eu tô mais distante do que mil japões.
Alô MAL VAL
Eu continuo tanquilo e sereno seguindo a canção:

Chico Xavier é viado, Roberto Carlos tem perna-de-pau.
Chico Xavier é viado, Roberto Carlos tem perna-de-pau.

Então era essa a melodia
Que te pertuba os ouvidos moucos?
Último gesto, a saideira,
O canto-do-cisne, a minha canção.
Então era essa a melodia
Que te pertuba a noite de sono?
Meu semelhante, meu companheiro,
Meu cumpadi, meu irmão.

Chico Xavier é viado, Roberto Carlos tem perna-de-pau.
Chico Xavier é viado, Roberto Carlo tem perna-de-pau.

E apesar de tudo é tão comovente.
A verdade explode na cara da gente.


...................... ........................... Rogerio Skylab


sexta-feira, dezembro 15, 2006

Simplesmeste Foda

Ossos esfarelados
As pessoas terem pés invertidos
E você ficar pirando na sua própria loucura
Talvez vomitar não adiante nada
E ninguém sabe como eu amo a insanidade
Tudo vai passar
E eu tenho medo de ficar parada

Quero que tomem conta de mim
Não quero sentar na privada
Ou achar que vou me afogar na areia
Chamar as pessoas
Sentir falta delas
Quero mergulhar no colorido
E nessa ausência de cor
Pra depois poder arrotar bolinhas


Por Liat

domingo, dezembro 10, 2006

Como cenário, Transporte coletivo de grande porte com barras amarelas e contador informatizado, como personagens, o pseudo-pseudo, e as três felizes moças. Eu, pra variar como observador sem qualquer tipo de influência direta.

Em meio ao som cinza e a falta de foco deste ser, o observador, surge uma melodia carregada de cenas como referência mental (soundtrack). As três moças felizes pelas cestas de natal Du Buco querem viagens com acompanhante e espumante.A melodia vem de um Mp4 player, o dono é o ser pseudo algo não definido/identificado, porém as moças Du Buço felizes não percebem (e eu sem foco?). Voz nasal, ecoa. Uma das felizes questiona as demais:

- Será que é a Kiss tocando Rush?
- Não, não. É o celular do menino ali na frente.

O observador então começa a imaginar como seria ver o Geddy Lee em situações "Segundas Intenções", pensa em interferir no dialogo musical alheio, mas acaba optando por permanecer ouvindo o S.r Molko em Every You, Every Me.


Se pelo menos fosse o The Music...


| > Propaganda - Sorry for laughing |


sexta-feira, dezembro 08, 2006

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quarta-feira, dezembro 06, 2006

Te prometo que todas as vezes que você não arcar com teu amor
Eu vou te amar incondicionalmente

E vou pedir pra deus fazer as coisas acontecerem normalmente
E não haverem pedras no meio do caminho
Eu juro que a tua doçura me enlouqueceu
Mas eu já não quero mais chorar meus cristais
Enquanto você não olha as janelas
Mesmo quando você olha dentro de mim eu já estou sozinha
Eu queria pedir por favor
Eu queria implorar todos os dias
Pra que o caminho continuasse
Mas acho que as coisas injustas fazem parte de nos dois
E eu não sei mais o caminho das tuas mãos
Eu já não sou mais os teus olhos
E talvez você perca os meus beijos
Mas eu te amarei incondicionalmente por você ser
O pedaço de carne mais doce
Mais perfeito que eu já vi
Eu te amarei por que as minhas feridas não me deixaram mais bela
E por que você me mata cada dia um pouco mais
Com todo o seu amor
Falar de amor pode me dar medo
Ficar decidindo a minha vida pode me dar medo
Você me da medo
Mas acho que o que eu sinto
Que é verdadeiramente bom
Vai alem de muitas vidas
Além de qualquer beijo
Além de corpo
Isso é de alma
Mesmo assim
Eu sei que eu não sou mais a rainha que você beijaria os pés
Na verdade eu acho que não sou mais verdade
Mas eu ainda quero ter os teus abraços
Ainda quero poder pisar os mesmo passos
E poder dizer eu te amo
Por te amar
Independente do que aconteça
Por que nos dois ainda existimos
E teimamos em cair de vez em quando
Um na vida do outro
Eu quero poder estar no teu caminho
E se possível uma parte importante dele
Por favor não esquece toda a historia nunca
Por que acho que na sua vida
Nunca ninguém te amou tanto!
Independente de eu estar aqui
Ou não!


Por Liat

terça-feira, dezembro 05, 2006


Evento: Show
Data: 09/12
Cidade: São Paulo-SP
Local: Centro Cultural SP Rua Vergueiro, 1000
- próximo ao metrô Vergueiro
Informações: Pontualmente às 19h00, R$ 12,00,
censura livre
(E que droga de blogger que não deixa editar como eu bem entendo)

sexta-feira, dezembro 01, 2006


Características do Ego e do Comportamento

Patologicamente podemos dizer que a pessoa portadora de Personalidade Borderline, embora seja bem menos perturbada que os psicóticos, são muito mais complexas que os neuróticos, embora não apresentem deformações de caráter típicas das personalidades sociopáticas. Na realidade, o Borderline tem séria limitação para usufruir as disponibilidades de opção emocional diante dos estímulos do cotidiano e, por causa disso, pequenos estressores são capazes de enfurecê-lo.
São indivíduos sujeitos a acessos de ira e verdadeiros ataques de fúria ou de mau gênio, em completa inadequação ao estímulo desencadeante. Essas crises de fúria e agressividade acontecem de forma inesperada, intempestivamente e, habitualmente, tem por alvo pessoas do convívio mais íntimo, como os pais, irmãos, familiares, amigos, namoradas, cônjuges, etc.Embora o Borderline mantenha condutas até bastante adequadas em grande número de situações, ele tropeça escandalosamente em certas situações triviais e simples. O limiar de tolerância às frustrações é extremamente susceptível nessas pessoas.
Este curto-circuito agressivo expresso pelo Borderline, sob forma de crise, pode desempenhar várias funções psicodinâmica, como por exemplo, aliviar o excedente de tensão interna, impedir maior conflito e frustração, ressaltar a presença do paciente, ainda que de forma desagradável e ineficaz, melhorar a auto-afirmação, obrigar o ambiente a reconhecer sua importância, ainda que para se lhe opor ou confrontar.
O Borderline também está sujeito a exuberantes manifestações de instabilidade afetiva, oscilando bruscamente entre emoções como o amor e ódio, entre a indiferença ou apatia e o entusiasmo exagerado, alegria efusiva e tristeza profunda. A vida conjugal com essas pessoas pode ser muito problemática, pois, ao mesmo tempo em que se apegam ao outro e se confessam dependentes e carentes desse outro, de repente, são capazes de maltratá-lo cruelmente.

quarta-feira, novembro 29, 2006

"Eu não sei bem quando comecei a ser assim. Acho que a culpa é toda da minha mãe. Ela é louca. Era apaixonada pelo Chico (como você), olhava para a capa do Vol. 3 e dizia que queria casar com ele (como você). Eu também dizia isso, acho que por não saber o que era exatamente casar, ou não. Ela tinha um monte de amigos gays. Desses bem escandalosos, que chegavam em casa chamando minha mãe de mona e que faziam "trabalhos" para segurar homem. Tinha um que adorava vermelho e a Audrey Hepburn. Ele tinha uma carinha de maior abandonado e era o melhor amigo da minha mãe. Chamava Felipe e ensinou minha irmã a se maquiar enquanto eu olhava, não era tão escandaloso ou óbvio, mas para mim foi uma das pessoas mais gays que eu conheci. Ele levava umas fitas cassetes e ficava dançando na sala e eu gostava de ver. Não sei o que aconteceu com ele, um dia sumiu. Eu cresci nesse ambiente. Minha irmã também, com seus amigos gays. E eles eram tão divertidos, engraçados, dramáticos, ligavam de madrugada para reclamar que estavam se sentindo sozinhos. O Luke nós ganhamos de um dos amigos da minha irmã, o João, que fez questão de dar o gato já nomeado, dizia que era o nome do amigo imaginário dele. Então, para você que quer saber quem eu sou, eu sou resultado de toda essa loucura. Você, no fim, faz parte de isso tudo também, é a bicha que nasceu em corpo errado, infelizmente. Existem casos como esses. E existem também aqueles homens que eu queria que tivessem nascidos gays ou mulheres, para eu não ter esperanças. Nem falo nada, você até sabe a quem me refiro. E sabe também que eu te odeio, em partes, por causa disso. E te amo, em partes, por causa disso."

(Trecho de uma carta que eu recebi do Victor há bastante tempo. Carta, carta, com selo e carimbo. Estava com saudade de ler algo dele e como ele morreu na internet...)

terça-feira, novembro 28, 2006


Eu estava na sala de espera desde às 9:00 hs. Sra. Chuery sentada na cadeira tomando bário, algo branco, pesado e com cara de ruim. Ela ia e voltava da sala de raio x, empurrada e amarrada à uma árvore de natal.
Sem nada para fazer, a minha ocupação: observar aqueles que entravam na sala de espera. Uma mulher com a filha de uns dois anos, as conversas sobre a criança, as perguntas sobre como se chama, Carolina, a menininha, emburrada. Uma senhora espera a irmã que estava fazendo um exame, ambas em idade avançada. Uma mulher de uns cinqüenta anos, morena, dessas que você olha e tem certeza absoluta que foi linda quando nova, seu filho e o marido, este último, com mal de Parkinson em estágio avançado. Ele estava sobre efeito de medicamentos, por isso conseguia andar um pouco, mesmo com dificuldade. O filho o ajudava o tempo todo. A senhora que esperava a irmã começou uma conversa com a morena. Claro que seria sobre a doença do marido. Apesar de ser óbvio o assunto, o que mais me encantou é que a esposa não se referia com pena, culpa ou demonstrando ser o marido um peso. Falava dos planos para as férias na colônia, feliz por lá ter quarto para deficiente, escada rolante, todo o apoio dos funcionários do hotel. Do filho que a ajudava, mas que não queria ir para a praia, preferia as serras. Que as coisas são complicadas, porém tem que ser assim. Era belo ver os três. Ela contou que no estágio em que estava o marido já estava desenvolvendo Alzheimer. E ele protestou, num falar enrolado disse que se lembrava dela. Ela sorriu, passou a mão no braço dele carinhosamente e disse que sim, ele ainda se lembrava das coisas, mas eles sabiam que talvez não fosse por muito tempo.

segunda-feira, novembro 27, 2006

Algumas noites, mesmo que só dormidas, são melhores do que a grande maioria restante.

quarta-feira, novembro 22, 2006

Um bom alerta de que a velhice esta logo ali, na tua porta, ou ainda mesmo, mais próximo, é quando você começa a ouvir conversas alheias (não por mero voyeurismo, e sim por não poder evitar, juro), onde os tópicos são preocupações pelas quais você já passou (ou não, de certa forma).

Exemplo?

No meu caso, o vestibular, e aquelas mesmas coisas de sempre, de onde vou prestar, o que vou prestar, porque irei prestar, que merda ter de prestar....

Enfim, você lá, na mesa (várias na verdade) de um bar, sentado no canto pra variar, observando a cena como um longo, longo plano-sequência, eles nas questões já citadas e eu com a pressão, tormentos, demência e afins de um Tcc.

Tic Toc...

terça-feira, novembro 21, 2006


Algumas coisas acontecem pelas quais eu poderia passar otimamente sem.

domingo, novembro 19, 2006

Creio que pela segunda vez, assisti um quadro do programa do Marcio Garcia na T.v Record.O nome do programa eu não lembro, desculpem, mas o nome do quadro era/é "Vai dar Namoro".Nesse quadro, um determinado número de garotas permanece sentadas à espera de candidatos, candidatos a namorados (!), eles entram um por vez e fazem uma espécie de discurso descrevendo suas personalidades magnificas.Nesse lero-lero, dizem ser: carinhosos, simpáticos, extrovertidos, românticos, que possuem carro e que, moram em uma localidade bacana.

Na maioria das vezes, os candidatos são menosprezados, um artifício corriqueiro pra isso é a desculpa da distância, "Ai Marcio, ele mora muito longe!".Isso quando não dizem que o ser é velho demais, "Ai Marcio ele tem 27, a idade do meu irmão".O alto número de "nãos" dito por cada uma delas poderia facilmente ser aceito caso elas fossem interessantes, fisicamente ou não, mas não é o que se vê por lá.O cenário é composto por fofuras utilizando aqueles vestidinhos de botijão de gás ou mesmo de lidiquificadores, e claro, botas pé de cabra, ou caso prefira, botas para uma colonização extraterrena.

Vendo o quadro fiquei tentando imaginar o porque delas se acharem tão importantes e eles tão perfeitos, mas o que sei, é que ambos os lados se merecem, a modestia deve permanecer unida, humildade sabe.Depois de tanta demência pra um sábado, comecei a delirar e projetar o meu ser naquele recinto.Sim, T.v dá nisso, não que eu chegue ao ponto da personagem Sara interpretada pela Ellen Burstyin no filme Requiem para um sonho, nem mesmo tenho um vestido vermelho...

Chegaria eu no palco com uma camiseta fazendo refêrencia a alguma música do Grant Lee Buffalo ou então do Fellini, cara de sono, muro erguido, e logo trocaria algumas palavras com o experiente apresentador, talvez fizessee algum comentário em relação a sua passagem pela Emetev, ou coisa parecida.Em seguida desfilaria minhas qualidades:

- Olha....
Pode-se dizer que sou chato; arrogante; mala; petulante; pessimista; que quando vou ao cinema, vou pra ver o filme, e nem pense ser em um Cinemark, tão pouco em um Fds; que a possibilidade de chegar atrasado a um encontro qualquer é provavelmente de uns 75%; não sou de falar muito, mas falando posso acabar com toda sua auto estima; não gosto de balada, micareta, barzinho, forró, black, highyellow, comedia pastelão, provavelmente não irei gostar dos teus amigos.....ahhnnn, e moro longe pacas.

O Marcio diria:
- Sincero o rapaz!

Deixado algumas qualidades de fora, mas não alterando a essência, meio que travo e não consigo imaginar muito as reações depois disso, acho que somente me inscrevendo pra saber.

sábado, novembro 18, 2006

Quarenta e quatro vezes maldita a minha memória olfativa!!!